A Fiequimetal vai continuar a exigir a valorização dos profissionais das empresas do Grupo EDP, pois considera que há caminho para fazer nas negociações da revisão salarial anual. A reunião marcada para dia 18 poderá resultar em consenso, assim queira a administração.

A administração alterou a sua posição, na sessão negocial de 11 de Fevereiro, e a Comissão Negociadora Sindical liderada pela Fiequimetal também reformou a sua proposta — como se informa num comunicado aos trabalhadores.

A nova versão da proposta salarial patronal mantém uma actualização salarial de dois por cento, com um mínimo de 50 euros, e propõe a passagem dos 82 trabalhadores que estão na BR2 para a BR3. Não explica como é que se aplica esta medida, valorizando os trabalhadores da BR3 em diante.

A CNS/Fiequimetal decidiu reformular a sua proposta, apresentando uma reivindicação de 6,5 por cento, com o mínimo de 130 euros, para todos os trabalhadores.

A administração da EDP tem condições para valorizar os seus trabalhadores.

 POAC com mais clareza

Perante as preocupações e as exigências colocadas, sobre a forma como é realizada a informação acerca da activação do POAC (Plano Operacional de Actuação em Crise), os representantes da administração comunicaram que estão a ser estudadas formas de informação que sejam claras para todos.

Fonte: FIEQUIMETAL