Os trabalhadores da empresa Itau, S. A., que explora o serviço de refeições dos comboios de longo curso Alfa Pendular e Intercidades, concentrarar-se à porta da sede do Grupo Trivalor/ITAU,  dia 23 do corrente, para exigir o cumprimento do Acordo de Empresa em vigor, designadamente:

  • Diuturnidades;
  • Prémios;
  • Ajudas de custo;
  • Subsídio de alimentação;
  • Horário de trabalho;
  • Trabalho ao fim-de-semana.

Além disso, os trabalhadores reclamam aumentos salariais com efeitos a 1 de janeiro de 2026 e denunciam a atitude discriminatória da empresa, uma vez que foram os únicos sem aumentos dos salários na empresa e no grupo. Os trabalhadores reclamam também o cumprimento do caderno de encargos e do contrato de concessão, pois o ITAU não cumpre, e a CP tem feito vista grossa a esse incumprimento, ao:

  • Não pagar as penalizações quando os bares vão encerrados em dias de greve e noutros dias;
  • Não pagar as penalizações devido à falta de produtos, falta de máquinas, falta de variedade e qualidade de produtos;
  • Não pagar as penalizações quando os comboios ficam parados em Braga, Faro, Guarda e Évora os produtos não são descarregados;
  • Não pagar as penalizações por não assegurar armazéns em todos os fins de linha para acondicionar os produtos pondo em causa também a higiene e segurança alimentar;
  • Não pagar as penalizações por não assegurar fardas aos trabalhadores.

Pelas 11h30 foi dada uma conferência de imprensa para denunciar publicamente a situação junto à sede da empresa, em Carnaxide.

A seguir ao almoço, pelas 14 horas, os trabalhadores concentraram-se à porta do Ministério das Infraestruturas e Habitação (Campos XXI), na Rua Brito Aranha, com a presença do Secretário-Geral da CGTP-IN, Tiago Oliveira, para exigir ser recebidos no Ministério.

Fonte: FESAHT

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