Os trabalhadores da União de freguesias do Poceirão/Marateca estiveram em greve de 3 horas 13h30 às 16h30, de dia 2 de Julho a 8 de Julho 2026, pela aplicação do horário de Verão, a todos os trabalhadores do sector operário, pois o Sr. presidente e o seu executivo, como estão bem refastelados nos ares condicionados da sede da União de Freguesias, não devem ter a noção do que é trabalhar à torreira do sol, quando é aconselhável para toda a população que se abrigue do mesmo e que nos períodos de maior calor (10h às 16h) se evite andar ao sol.
Como se não bastasse eis que a medida de prevenção para os trabalhadores se abrigarem foi um contentor sem condições algumas, ou seja, um mono em ferro, é preciso ter lata, e só pode ser considerado uma provocação, pois se na rua se chegam a atingir temperaturas de 35º celsius num contentor deve estar mais de 45º celsius, caso o Sr. Presidente entenda dar o exemplo convidamos V. Exa. a servir-se do contentor e instalar lá o seu expediente, para ver se consegue realizar algum trabalho.
Para além de toda esta situação criada pelo executivo da junta, eis que resolvem chamar a GNR no primeiro dia de greve, 2 de Julho, para intimidar o piquete de greve, alegando junto das autoridades que os trabalhadores estavam a impedir os outros de entrar, provavelmente esqueceram-se de dizer que os trabalhadores tinham entrado às 8h30 e que às 13h30 saiam para estar no piquete de greve.
Daqui deixamos o alerta não é um contentor que baixa a temperatura, nem é a chamar a GNR para tentar confrontar os trabalhadores que faz com que a jornada de trabalho fique mais fresca, ou menos penosa, o que faz com que a jornada de trabalho fique menos penosa, previna as doenças profissionais é o facto de não expor os trabalhadores ao calor, ou seja entrar mais cedo e sair mais cedo é a solução.
De salientar que os trabalhadores estão também em greve pelo cumprimento do Acordo Colectivo de Entidade Empregadora Pública que o executivo finge não existir e também pelo pagamento do Subsídio de Penosidade e Insalubridade. Por todas estão razões os trabalhadores irão voltar à greve.
Fonte: União dos Sindicatos de Setúbal / CGTP-IN
