Manifestação dia 14 de Março | 15 horas
Lisboa - Cidade Universitária (cantina velha) - Sete Rios
Porto - Batalha - Trindade
Os Estados Unidos da América, com os seus aliados, têm vindo a agravar as ameaças, a ingerência e a agressão contra países e povos. Palestina, Venezuela, Cuba, Colômbia, México, Gronelândia, Líbano, Irão, Saara Ocidental, são, entre outros, exemplos dessa realidade.
A situação dramática com que estão confrontadas milhões de pessoas vítimas da guerra, o risco de um conflito de grandes e trágicas proporções, comprovam a urgência de pôr fim à confrontação e à corrida armamentista e de abrir caminhos para o diálogo, para a solução política dos conflitos internacionais, para a Paz.
É urgente defender a Paz! É urgente defender a soberania e os direitos dos povos! É urgente defender os princípios do direito internacional! É urgente a solidariedade! – causas fundamentais para salvaguardar o presente e o futuro da Humanidade.
A todos e a todas que querem e defendem a Paz, apelamos a que participem na Manifestação, no dia 14 de Março, às 15h em Lisboa e no Porto, para afirmar:
Não a mais dinheiro para o militarismo e a guerra – Sim à melhoria das condições de vida dos trabalhadores, das mulheres, dos jovens, dos povos; ao aumento dos salários e das pensões, ao reforço dos serviços públicos da saúde, da educação, da segurança social; ao direito à habitação;
Não à escalada armamentista – Sim ao desarmamento geral, simultâneo e controlado, e à abolição das armas nucleares;
Fim ao genocídio do povo palestiniano e à agressão ao Líbano e à Síria por Israel – Pela concretização dos direitos nacionais do povo palestiniano e a Paz no Médio Oriente;
Fim à escalada de agressão, às sanções, aos bloqueios e a outras medidas coercivas contra a Venezuela, Cuba e outros países – Pelo respeito da soberania e os direitos dos povos da América Latina e Caraíbas;
Fim às guerras que se travam na Ucrânia, no Sudão e noutros países – Pela Paz na Europa e no mundo;
Não ao uso da força nas relações internacionais – Sim ao cumprimento do direito internacional; à diplomacia, à solução política dos conflitos, aos princípios da Carta das Nações Unidas e da Ata Final da Conferência de Helsínquia;
Não ao alinhamento do Governo português com a confrontação, o militarismo e a guerra – Sim ao cumprimento dos princípios da Constituição da República Portuguesa: direito à autodeterminação dos povos, não ingerência nos assuntos internos dos outros Estados, dissolução dos blocos político-militares, estabelecimento de um sistema de segurança coletiva;
Promoção da solidariedade, da cooperação e da amizade entre os povos e defesa do seu direito à Paz, condição essencial para a garantia dos direitos dos trabalhadores e dos povos, o desenvolvimento, a justiça e o progresso social, para a segurança e o bem-estar da Humanidade.
Queremos a Paz! Não aceitamos a inevitabilidade da guerra!

INT/CGTP-IN
13.03.2026