Fiequimetal e CCOO Indústria continuam vigilantes, perante a negociata entre a GALP e a Moeve, e insistem em exigir respostas concretas e objectivas, das administrações das empresas e dos governos dos dois países, sobre os termos e condições do que está em marcha.

As duas federações emitiram um novo comunicado conjunto, no seguimento da jornada de dia 20, em Sines, prosseguindo a acção pelo emprego e pelos direitos, pela soberania energética nacional, por melhores condições de trabalho e vida.

Registam, finalmente, a disponibilidade do secretário de Estado do Trabalho do Governo português para agendar uma reunião.

No dia 20, para troca de informação actualizada, de forma a estarem em melhores condições de atingir os objectivos definidos, a Fiequimetal e a Federação da Indústria das CCOO tiveram uma reunião, na refinaria de Sines, na qual participaram dirigentes de ambas as estruturas, da Comissão de Trabalhadores e trabalhadores da MOEVE e da GALP.

Seguidamente, foi realizado um plenário com trabalhadores da refinaria de Sines, no qual participaram também os dirigentes das Comisiones Obreras Indústria. Foram prestadas as poucas informações até ao momento conhecidas. Os trabalhadores demonstraram a sua indignação com a densa e estranha opacidade em que o negócio da fusão está envolto.

Após o plenário, uma delegação sindical realizou uma acção de rua, junto à Câmara Municipal de Sines, na qual contou com a participação solidária do Presidente da Câmara e de outros autarcas, que ali quiseram manifestar o seu apoio à luta dos trabalhadores, em defesa do emprego, dos direitos, da economia da região e do País e também da soberania energética dos dois países.

No comunicado, as duas federações reiteram total disponibilidade e compromisso para continuarem a divulgar toda e qualquer informação que obtenham sobre o processo e a unir os trabalhadores em torno dos seus objectivos.

Segundo comunicado conjunto Fiequimetal e CCOO Indústria

Fonte: FIEQUIMETAL

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