A sentença do Tribunal de Guimarães deu razão à única trabalhadora da Santa Casa da Misericórdia de Vizela que não desistiu dos seus direitos, apesar das pressões da Instituição.

Inicialmente, esta acção judicial pelo reconhecimento do nosso direito às diuturnidades incluía várias trabalhadoras da Santa Casa da Misericórdia de Vizela.

Contudo, ao longo do processo, a Instituição posicionou-se e pressionou estas trabalhadoras, levando várias delas a desistir do processo.

Só uma se manteve firme até ao final, resistindo quando todas as suas colegas já tinham recuado – e o tribunal deu-lhe razão!

A coragem e a determinação desta trabalhadora deve servir de exemplo a todos!

Vale mesmo a pena conhecer e lutar pelos nossos direitos – e resistir às pressões de qualquer chefia!

Não há situação injusta que não possa ser vencida pela persistência, a união e, em último caso, o recurso aos mecanismos legais – instrumentos fundamentais na defesa da dignidade de quem trabalha.

Fonte: CESP