Na última ronda de negociação da actualização salarial anual nas empresas do Grupo EDP, a proposta patronal mudou uma décima de ponto percentual, passando a 2,2 por cento e mantendo 80 euros como o máximo para a valorização das remunerações dos trabalhadores.
A Comissão Negociadora Sindical liderada pela Fiequimetal considera que foi uma mexida tímida na posição da administração.
No Grupo EDP, há caminho e condições para a melhoria remuneratória dos trabalhadores, insiste a CNS/Fiequimetal, no comunicado em que deu a conhecer aos trabalhadores os resultados da reunião de dia 25. Refere ainda que apresentou uma contraproposta, reivindicando uma actualização de 3,8 por cento, assegurando um mínimo de 75 euros para todos os trabalhadores; o subsídio de alimentação deve passar para 14,25 euros e o valor da refeição principal, em ajudas de custo, para 16,50 euros.
A CNS manteve as restantes propostas, sobre o subsídio de risco e a redução dos pontos de avaliação.
Garantindo que continuará a fazer propostas que possam valorizar os trabalhadores da EDP, a CNS assinala que a administração sabe muito bem que tem em sua posse um capital que pode ser destinado à valorização salarial das aclamadas «nossas pessoas».
É preciso passar das palavras aos actos e valorizar aqueles que todos os dias dão o melhor de si pela EDP, comenta a CNS.
Fonte: FIEQUIMETAL
