(Concentração de Piquetes de Greve e Conferência de Imprensa à porta da sede da empresa no Lumiar)
Os Trabalhadores da EMEL continuam assistir a um desrespeito contínuo pelos seus direitos tanto pelo Conselho de Administração da EMEL, como pela a Câmara Municipal de Lisboa (CML), que se mantêm num silêncio inaceitável, não tendo apresentado nenhuma proposta séria para os aumentos salariais. Por isso, respondemos com a Greve!
Esta semana a empresa apresentou novos investimentos. No entanto, continuamos sem receber qualquer resposta ao nosso Caderno Reivindicativo. Há dinheiro para investimentos, mas não há vontade para valorizar quem realmente trabalha e constrói os resultados da empresa diariamente.
A EMEL insiste na sua proposta de actualização salarial de apenas 25 euros, um valor que já foi rejeitado categoricamente pelos trabalhadores, e continuam a recusar a implementação das diuturnidades, falhando os compromissos já assumido no passado.
Numa tentativa de demover os trabalhadores de lutar pelos seus direitos, a EMEL justificou-se com hipotéticos despedimentos.
Perante esta intransigência e desrespeito pelos trabalhadores, tanto da CML como da EMEL, a grande maioria dos trabalhadores aprovou a marcação desta Greve.
GREVE PARCIAL (2 horas por turno), entre os dias 22 e 25 de Junho, com paralisação nos seguintes períodos:
Turno da Manhã: das 10:00 às 12:00
Turno da Tarde: das 15:30 às 17:30
Turno da Noite: das 18:00 às 20:00
Turno da Madrugada: das 06:00 às 08:00
PIQUETES DE GREVE À PORTA DA SEDE DA EMEL NOS TURNOS DA MANHÃ E TARDE
Exigimos:
- Uma revisão salarial digna e significativamente superior aos 25€ propostos.
- A discussão e negociação séria das propostas do nosso Caderno Reivindicativo.
- A implementação das diuturnidades conforme o compromisso assumido.
Fonte: CESP